Doutora Cátia
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O perfil oficial da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) divulgou a notícia de que seu Conselho Universitário (Consuni) aprovou, nesta segunda-feira (10), a concessão do título de Doutora Honoris Causa à cantora, compositora, instrumentista e escritora paraibana Cátia de França. A proposta foi apresentada pela pró-reitora de Extensão, Bernardina Freire, e do coordenador de Extensão Cultural, Alexandre Santos. O título é uma distinção concedida pela Universidade a pessoas cuja trajetória tenha contribuído de forma relevante para a sociedade, as artes, a cultura ou outras áreas de interesse acadêmico e social. No caso de Cátia de França, a proposta destaca sua contribuição para a cultura paraibana e nordestina e a presença de sua obra na construção da memória e da identidade cultural. Desde que a Reitora Terezinha Domiciano assumiu os destino da UFPB, a instituição tem laureado nomes da cultura e da intelectualidade merecedores do Honoris Causa, como Zé Katimba, Oliveira de Panelas e Luis Couto.
Aerogeradores

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Uma distância mínima de 1,5 quilômetro entre aerogeradores e
edificações de uso público, coletivo e privado, como residências,
escolas, unidades de saúde e igrejas. É que determina o Projeto de Lei nº 2.061/2024, de autoria da deputada estadual Cida Ramos (PT). Para pressionar o Governo da Paraíba a sancionar sem vetos a proposta já aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba) realiza nesta sexta-feira,14, a partir das 9h, na Praça dos Três Poderes, em João Pessoa, um ato público convocando agricultoras, agricultores, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e comunidades rurais. A regulamentação proposta no PL busca estabelecer parâmetros de proteção para as populações que vivem nos territórios onde são instalados empreendimentos de energia eólica.
Pena capital

Imagem: Vatican News | Atef Najib, chefe de Segurança, escuta sentença no tribunal
Um tribunal em Damasco (Síria) condenou à Pena de Morte o ditador foragido Bashar al-Assad. Maher, irmão caçula, recebeu a mesma condenação. Ambos estão foragidos, provavelmente na Rússia, desde dezembro de 2014, quando um levante popular depôs a ditadura que massacrou, calcula-se, cerca de 500 mil pessoas naquele país em 14 anos de guerra civil. Os al-Assad governaram a Síria com mão-de-ferro por quase três décadas. O tribunal sírio condenou os ditadores por vários crimes, entre os quais o homicídio doloso de cidadãos com menos de 15 anos de idade, além de tortura e outras brutalidades cometidas contra seus opositores.





