quinta-feira, junho 16, 2016

FICA DILMA PARAIBA

 



O ativista do movimento social negro da Paraíba participa da Audiência Pública especial para defesa do mandato da Presidenta Dilma Roussef e registra a participação popular massiva no Espaço Cultural.Mais de cinco mil pessoas prestigiaram o evento promovido pela Assembleia Legislativa.

quarta-feira, junho 15, 2016

Ocupação cultura debate abandono de equipamentos comunitários no Geisel

Ativistas comunitários do Bairro Ernesto Geisel, na zona sul da capital paraibana, realizam amanhã, quinta, 16, a partir das 19 horas, mais uma reunião preparatória para o evento #OcupaGeisel. Segundo os organizadores, a ideia é mobilizar a população daquela comunidade para reverter a situação de abandono em que se encontra o Centro Comunitário do bairro, inativo a cerca de três anos por força de uma ação judicial.

terça-feira, junho 07, 2016

CONVOCA FORA TEMER DIA 10 DALMO

Ativista do movimento negro convoca população para ato público em defesa da democracia brasileira. O ato será organizado pela Frente Brasil Popular e visa mostrar à sociedade paraibana as contradições do golpe que a Elite tenta aplicar no regime democrático, contra a Presidenta Dilma Rousseff.



segunda-feira, junho 06, 2016

Jornalistas debatem papel dos movimentos sociais frente ao golpe

No final de abril o jornalista Dalmo Oliveira participou do programa “Dedim de Prosa”, na TV Assembleia da Paraíba, para discutir a temática dos movimentos sociais. O programa é conduzido pelo jornalista Wellington Farias e teve também a participação do radialista João Costa. Dalmo defendeu a atuação do MST ao dizer que “(…) só aqueles que não conhecem a agricultura familiar de perto ou que jamais tiveram contato com a agricultura podem achar que o MST é um bando de vagabundos”. Ele disse que o MST representa uma parcela considerável de trabalhadores que não tinham perspectiva de acessar a terra, que se organizaram desde a década de 80 para fazer essa reivindicação. “A imagem de 'vagabundos', 'baderneiros' foi sendo construída justamente pelo outro lado dos interessados na questão agrária, os donos de terras, os latifundiários”, analisa. Oliveira avalia a burocratização dos movimentos sociais e o processo de cooptação porque passou suas lideranças, abandonando as lutas sociais para ingressar no governo. O jornalista destaca o surgimento de novos movimentos sociais, como o movimento LGBT e o movimento de Juventude. “Os movimentos ocorrem também pelas demandas conjunturais”, diz. Ele também destaca ainda o movimento das pessoas sem-teto e o movimento pelo direito à mobilidade humana. Para o ativista, o golpe entreguista que acomete a Presidenta Dilma Rousseff, servirá, ao menos, para tirar os movimentos sociais e os organismos de Esquerda de uma certa “zona de conforto”. Ele lamenta que o Brasil não tenha alcançado um patamar de organização que permitisse às instâncias do controle social a barrarem qualquer tipo de tentativa de golpe, ocasionando a atual pausa democrática. A seguir, a íntegra do bate-papo entre os jornalistas: