segunda-feira, julho 27, 2015

Alo Comunidade 204 RoberioFeitosa

 



Nesta edição entrevistamos o sociólogo e músico Robério Feitosa, radicado na França. Ele fala sobre ativismo social e os desafios de levar a cultura brasileira e nordestina para o Velho Continente. Produção e apresentação de Dalmo Oliveira, com locução de Beto Palhano. Sonoplastia de Maurício José 

ONG planeja ações comunitárias para segundo semestre

Parte da diretoria: Veloso (chapéu amarelo), Mozart, Oliveira e Palhano | Foto: transeunte não identificado
A diretoria da Sociedade Cultural Posse Nova República está sob nova batuta: assumiu a presidência da ONG o teatrólogo e radialista comunitário Marcos Antônio Veloso. A primeira reunião da nova diretoria ocorreu neste domingo, 26, na sede provisória da entidade, no Bairro Ernesto Geisel. “Estamos motivados para implantação de uma radioweb, resgatando o antigo projeto de rádio comunitária e com uma programação composta 100 por cento de música paraibana”, diz o novo presidente.

segunda-feira, junho 22, 2015

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA DERRUBA TERREIRO EM CABEDELO

Sem aviso prévio: ilê axé é demolido pela Prefeitura de Cabedelo
O que levaria uma prefeitura a ordenar a derrubada imediata de um único imóvel situado numa área onde existem diversas outras unidades habitacionais construídas, num terreno que, supostamente, seria uma ocupação urbana? Será que o fato deste imóvel abrigar um ilê axé (terreiro de candomblé) justificaria tal arbitrariedade? Essa é a pergunta que religiosos de matriz africana deverão fazer ao prefeito de Cabedelo no próximo dia 8, quando ocorrerá um ato público contra a intolerância religiosa. O ato público deverá ocorrer a partir das 8h30.

sexta-feira, junho 12, 2015

Conde recebe conferência indigenista

Tabajara realiza conferência indigenista no Conde | Fotos: Dalmo Oliveira
Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal na Paraíba, José Godoy Bezerra de Souza, o estudo realizado recentemente pelo antropólogo Cláudio Badaró, encomendado pela Federação da Agricultura e Pecuária na Paraíba (FAEPA) e pelo Sindicato dos Produtores de Álcool (Sindálcool) e Associação dos Plantadores de Cana do Estado da Paraíba (ASPLAN), não tem base científica e nem se sustenta juridicamente.

quarta-feira, junho 10, 2015

Secretários municipais de saúde do Norte-Nordeste avaliam relação da mídia com o SUS


Luiz Henrique: de volta à PB para oficina sobre SUS e mídia | Fotos: Mirson Ribeiro
Porque a mídia convencional prioriza pautas no noticiário que depreciam o Sistema Único de Saúde (SUS)? Quem financia as empresas de comunicação e a imprensa empresarial nessa campanha de desqualificação? Essas duas questões nortearam a oficina “Mídia & SUS” ministrada pelo jornalista Luiz Henrique da Silva, assessor do Conselho Nacional de Saúde (CNS), ocorrida na manhã desta terça-feira, 09, durante o 3º Congresso Norte-Nordeste de Secretarias de Saúde, que vai até sexta-feira, 12, no Centro de Convenções de João Pessoa (PB).
Na plateia, secretários municipais de saúde como Katiane Pires Queiroga, de Belém de Caiçara (PB), que fez um depoimento pessoal sobre como a realidade na saúde pública daquele município paraibano mudou depois que ela conseguiu contratar três médicos cubanos, vinculados ao programa federal Mais Médicos. “Eu mesma sempre me consulto com uma das médicas e nem uso mais meu plano de saúde privado”, garante.
Oficina fez exercícios de leitura crítica da mídia

Um dos exercícios propostos pelo facilitador foi a leitura de jornais impressos do dia para identificar matérias com o tema saúde. Luiz Henrique distribuiu com os participantes edições do dia do Correio da Paraíba, Jornal da Paraíba, Folha de S. Paulo e AgoraPE. “Analisem as matérias criticamente. Vejam se as matérias citam o SUS. Analisem também a parte publicitária, se tem propaganda de planos de saúde etc.”, orientou o especialista, que cursou parte da graduação em Jornalismo na UFPB.
Os secretários de saúde reportaram, durante a oficina, que os setores que mais atacam a gestão do SUS, especialmente, nos pequenos e médios municípios, são grupos de mídia comandados por facções políticas que fazem oposição à gestão atual.
Luiz Henrique disse ainda que atualmente há investimento de corporações privadas de saúde na grande mídia nacional no sentido de desqualificar o SUS. “A ideia é desinstitucionalizar o SUS, abrindo caminho para privatizações”, diz. Para ele, a mídia tem funcionado como uma espécie de “chave” que a população é induzida a usar para tentar abrir as portas do SUS. “Acontece que essas portas estão sempre abertas e que, portanto, essa chave é desnecessária. Tudo não passa de armação”, comenta.
A oficina discutiu também o comportamento do Congresso Nacional que atualmente discute pautas prejudiciais ao SUS, que retiram direitos do trabalhadores da saúde e que facilitam a privatização da saúde pública brasileira.