segunda-feira, julho 27, 2015
Alo Comunidade 204 RoberioFeitosa
Nesta edição entrevistamos o sociólogo e músico Robério Feitosa, radicado na França. Ele fala sobre ativismo social e os desafios de levar a cultura brasileira e nordestina para o Velho Continente. Produção e apresentação de Dalmo Oliveira, com locução de Beto Palhano. Sonoplastia de Maurício José
ONG planeja ações comunitárias para segundo semestre
| Parte da diretoria: Veloso (chapéu amarelo), Mozart, Oliveira e Palhano | Foto: transeunte não identificado |
segunda-feira, junho 22, 2015
INTOLERÂNCIA RELIGIOSA DERRUBA TERREIRO EM CABEDELO
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| Sem aviso prévio: ilê axé é demolido pela Prefeitura de Cabedelo |
sexta-feira, junho 12, 2015
Conde recebe conferência indigenista
| Tabajara realiza conferência indigenista no Conde | Fotos: Dalmo Oliveira |
quarta-feira, junho 10, 2015
Secretários municipais de saúde do Norte-Nordeste avaliam relação da mídia com o SUS
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| Luiz Henrique: de volta à PB para oficina sobre SUS e mídia | Fotos: Mirson Ribeiro |
Porque a mídia
convencional prioriza pautas no noticiário que depreciam o Sistema Único de
Saúde (SUS)? Quem financia as empresas de comunicação e a imprensa empresarial
nessa campanha de desqualificação? Essas duas questões nortearam a oficina “Mídia
& SUS” ministrada pelo jornalista Luiz Henrique da Silva, assessor do
Conselho Nacional de Saúde (CNS), ocorrida na manhã desta terça-feira, 09,
durante o 3º Congresso Norte-Nordeste de Secretarias de Saúde, que vai até sexta-feira,
12, no Centro de Convenções de João Pessoa (PB).
Na plateia,
secretários municipais de saúde como Katiane Pires Queiroga, de Belém de Caiçara (PB), que
fez um depoimento pessoal sobre como a realidade na saúde pública daquele município
paraibano mudou depois que ela conseguiu contratar três médicos cubanos,
vinculados ao programa federal Mais Médicos. “Eu mesma sempre me consulto com
uma das médicas e nem uso mais meu plano de saúde privado”, garante.
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| Oficina fez exercícios de leitura crítica da mídia |
Um dos
exercícios propostos pelo facilitador foi a leitura de jornais impressos do dia
para identificar matérias com o tema saúde. Luiz Henrique distribuiu com os participantes
edições do dia do Correio da Paraíba, Jornal da Paraíba, Folha de S. Paulo e
AgoraPE. “Analisem as matérias criticamente. Vejam se as matérias citam o SUS.
Analisem também a parte publicitária, se tem propaganda de planos de saúde etc.”,
orientou o especialista, que cursou parte da graduação em Jornalismo na UFPB.
Os secretários de saúde reportaram, durante a oficina, que os setores que mais atacam a gestão do SUS, especialmente,
nos pequenos e médios municípios, são grupos de mídia comandados por facções
políticas que fazem oposição à gestão atual.
Luiz Henrique
disse ainda que atualmente há investimento de corporações privadas de saúde na
grande mídia nacional no sentido de desqualificar o SUS. “A ideia é desinstitucionalizar
o SUS, abrindo caminho para privatizações”, diz. Para ele, a mídia tem
funcionado como uma espécie de “chave” que a população é induzida a usar para tentar abrir as
portas do SUS. “Acontece que essas portas estão sempre abertas e que, portanto,
essa chave é desnecessária. Tudo não passa de armação”, comenta.
A oficina
discutiu também o comportamento do Congresso Nacional que atualmente discute
pautas prejudiciais ao SUS, que retiram direitos do trabalhadores da saúde e que
facilitam a privatização da saúde pública brasileira.
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